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Archive for Março, 2011

“O júri do prémio Pritzker anunciou, em comunicado, que Eduardo Souto Moura é o vencedor da edição de 2011 do maior galardão da arquitetura mundial.

Nascido em 1952, no Porto, Eduardo Souto Moura é o segundo arquitecto português a receber esta distinção, depois de Álvaro Siza Vieira ter vencido em 1992. E junta o seu nome aos de outros grandes arquitetos mundiais, como Oscar Niemeyer, Frank Gehry, Jean Nouvel e Rem Koolhaas.

Da sua vasta obra, há a destacar a Casa das Histórias em Cascais, a Casa das Artes no Porto, a Estação de Metro da Trindade, o Centro de Arte Contemporânea de Bragança, o Hotel do Bom Sucesso em Óbidos, o Mercado da Cidade de Braga, a Marginal de Matosinhos-Sul, o Crematório de Kortrijk (Bélgica), o Pavilhão de Portugal na 11ª Bienal de Arquitectura de Veneza (Itália), a Casa Llabia (Espanha) e o Estádio Municipal Braga, construído numa antiga pedreira, por ocasião da realização, em Portugal, do Campeonato da Europa de Futebol de 2004.

O prémio Pritzker tem o valor de 100 mil dólares (cerca de 70 mil euros) e será entregue a Eduardo Souto Moura numa cerimónia marcada para o próximo mês de Junho, em Washington, nos Estados Unidos.

Este prémio anual, promovido pela Fundação Hyatt, foi criado em 1979 e tem como objetivo distinguir um arquiteto vivo.”

 

in Revista Visão

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“Havia três rios irmãos, o Tejo, O Guadiana e o Douro, que combinaram deitar-se a dormir, dizendo que o primeiro que acordasse partisse para o mar. O Guadiana foi o primeiro que acordou; escolheu lindos sítios e partiu de seu vagar. O Tejo acordou depois, e como queria chegar primeiro ao mar, largou mais depressa, e já as suas margens não são tão belas como as daquele. O Douro foi o último que acordou, por isso rompeu por montes e vales, sem se importar com a escolha, e eis porque as suas margens são tristes e pedregosas.”

Lendas, Patranhas e Fábulas Portugueses

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Esta expressão idiomática “aplica-se a alguém que reconhece as suas faltas. Na escola antiga, em que os castigos corporais estavam de algum modo instituídos, a palmatória era a régua com que se batia nas mãos das crianças mal comportadas. Dar a mão à palmatória era o mesmo que reconhecer  um erro. A palmatória era então chamada a “menina dos 7 olhos”, porque se tratava de uma grossa tábua redonda com sete buraquinhos.”

 

in Nas Bocas do Mundo, Sérgio Luís de Carvalho

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A apresentação dos trabalhos do Nível Intermédio será feita por ordem alfabética. Quem ainda não escolheu o tema, devará fazê-lo quanto antes.

  • Choni 6 de Maio
  • Gabriel, Portugal e a Guerra Civil Espanhola – 13 de Maio
  • Ingrid 20 de Maio
  • José, António Feio – 27 de Maio
  • Manuel, Hortas Pedagógicas – 2 de Junho
  • Mar, Uma Viagem Por Coimbra – 9 de Junho
  • Puri, Óbidos e a Sua Lagoa – 16 de Junho
  • Rosana23 de Junho
  • Virgínia30 de Junho

Bom Trabalho!!

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A que vens
a barcos mesmos
dizia-lhe sempre
a senhora antiga
no cais
em tardes
frias
a que vens
que o mar te leva
dentro
põe-te a escutar
escuta
que tem segredinhos
cada língua
de sal
acostada
à praia

Entre o Malandro e o Trágico, Hugo Milhanas Machado

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Estão abertas as inscrições para a época de Maio dos exames CAPLE. Os interessados poderão inscrever-se no nosso Centro todos os dias úteis das 10 às 14h, até ao próximo dia 15 de Abril. Terão de fazer-se acompanhar de Bilhete de Identidade e proceder ao pagamento no acto de inscrição. Para mais informações, consultem a página do CAPLE ou entrem em contacto com o nosso Centro de Exames.

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“… que designa alguém que se salvou de uma complicação “à tangente”. Uma interpretação remete-nos para algumas facções mais religiosas, que teriam o costume de rapar o cabelo como sinal de submissão divina. Mas, prudentemente, deixariam uma madeixa para serem puxados por Alá para o Paraíso, no fim dos seus dias.”

in Nas Bocas do Mundo, Sérgio Luís de Carvalho

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