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Archive for Maio, 2011

  • Esperanza – 15 de Junho;
  • María – 20 de Junho;
  • Javi – 22 de Junho;
  • Roberto – 4 de Julho;
  • José Luis – 6 de Julho;
  • Cristina – 11 de Julho;
  • António / Teresa – 13 de Julho;
  • Olga / Nati – 18 de Julho;

As apresentações terão um máximo de 15 minutos e não é permitido ler. No final de cada apresentação, os colegas poderão colocar questões relativas ao livro apresentado.

Bom trabalho!

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Oração

“Meu amor essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa

Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois

Cabe até o meu amor
Essa é a última oração pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa

Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois.”

 A Banda Mais Bonita da Cidade

Bom fim-de-semana!

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“Valeu a pena? Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena”

Fernando Pessoa

“Diz-se que a vida é a melhor escola. Alegrias e tristezas, saudades e lembranças, tudo aquilo que acontece define-nos como pessoas e contribui para o nosso crescimento, à criação da nossa personalidade.

Sendo a experiência a base que suporta quanto somos, o sustento do nosso espírito e do nosso alvedrio, é preciso considerar qual o modo apropriado de aproveitar os acontecimentos que sucedem-se no nosso dia-a-dia e obter as ensinanças preciosas que a vida depara-nos.

Na minha opinião não é sábio quem sempre acerta senão quem cresce por cima dos seus erros, aquele cuja alma sempre sabe evoluir sem medo ao fracasso e ao mesmo medo. Neste sentido, os antigos gregos distinguiam duas classes de medo: “fobos” (φόβος) e “deimos” (Δεῖμος). O “fobos” faz fugir a quem sofre e, pelo contrário, o “deimos” paraliza. Acho que esta última categoria é a mais nociva, porquanto impede-nos crescer e desenvolver-nos e condena nossas acções à irrelevância dos factos inúteis.

Necessitamos valorar as nossas acções, é verdade, mas devemos viver, sempre viver, actuar e decidir apesar dos nossos medos. Aquele que interioriza e aprende dos seus erros faz a sua alma maior e revela a sua natureza imortal, descobre a sua segreta utilidade das experiências quotidianas e lentamente começa a sentir como possível o sonhado, faz, em resumo, que tudo valha a pena.”

J. Javier Fuentes

Lancei um repto aos alunos de PLE Avançado. Tinham que comentar estes dois versos de Pessoa. Este é o belíssimo trabalho apresentado por um aluno do curso avançado. Também a mim me fez acreditar que ensinar português vale a pena.

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“…poderá ter a ver com as comunidades judaicas. Esta frase designa alguém que está particularmente meditabundo. Uma explicação segere que a “Bezerra” era o termo popular que designava a Torah. Porquê “Bezerra”? Por corruptela, o povo designaria o livro sagrado do judaísmo por Toura, e, a partir daí, degenerou para “bezerra”. Esta palavra designava os judeus cativos que, no seu desespero, ficariam pensando na morte/decadência da sua fé, de que a prisão seria a prova. Se é verdade que nos parece, à primeira vista, uma explicação um pouco forçada, é também verdade que, segundo a académica brasileira Jane Bichmacher de Glasman, o termo “bezerra” surge nos livros de denúncia da Inquisição do Brasil com o significado popular de Torah. E aqui fica esta hipótese.”

Nas Bocas do Mundo, Sérgio Luís de Carvalho

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Estão abertas as inscrições para a época de Julho dos exames CAPLE. Os interessados poderão inscrever-se no nosso Centro todos os dias úteis das 10 às 14h, até ao próximo dia 17 de Junho. Terão de fazer-se acompanhar de Bilhete de Identidade e proceder ao pagamento no acto de inscrição. Para mais informações, consultem a página do CAPLE ou entrem em contacto com o nosso Centro de Exames.

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“Expressão náutica que significa “fugir”. A alheta é a junção do painel da popa com o costado que se lhe segue para vante, bem como a direcção que fica a meia distância entre a popa e o través.”

Nas Bocas do Mundo, Sérgio Luís de Carvalho

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“…já que era nas calçadas das ruas que os cantores exerciam o seu ofício. Essas canções eram, normalmente, dolentes e tristes.”

Nas Bocas do Mundo, Sérgio Luís de Carvalho

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