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Archive for Outubro, 2011

O mais recente romance de João Lopes Marques será apresentado na Fundação Rei Afonso Henriques no próximo dia 10 de Novembro às 20:15h.

Além do autor, estará presente também Filipe Araújo, realizador da curta-metragem baseada no livro e que será projectada no Auditório da FRAH.

Iberiana é uma interrogação, por vezes crítica ou irónica, acerca deste povo da Ibéria. Quem são? De onde vieram? Que relação têm com a Ibérica do Cáucaso?

Estão todos convidados a participar.

Iberiana somos todos nós.

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“…sinónimo de “não perceber nada”. Tito Lívio era natural de Pádua, que na época se chamava Patavium. Ora, a sua obra, hoje estudada em todo o mundo e considerada como um exemplo de literatura latina, foi no seu tempo acusada de incluir injustificadamente várias locuções de carácter regional. Esta vertente inovadora não foi bem entendida na época. A linguagem popular era considerada grosseira, pelo que os meios eruditos designaram esses termos por “patavinadas” (coisas de Patavium)… Mas, para além desta, Orlando Neves dá uma outra explicação, também plausível. Na Idade Média, a universidade de Pádua tinha um reputado curso de Direito. A linguagem jurídica dessa escola era tida como essencial aos futuros juristas. “Não perceber patavina” era o mesmo que não dominar a terminologia judicial. Uma outra justificação remete também para a Idade Média portuguesa. Nessa época, que adiante trataremos, alguns frades provenientes de Pádua – os patavinos – visitariam o nosso país com frequência. Quando falavam na rua, não eram, naturalmente, entendidos pelo povo, que assim não percebia “patavina”…”

 

Sérgio Luís de Carvalho, Nas Bocas do Mundo

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Artigo do Jornal de Notícias sobre Iberiana de João Lopes Marques, um livro que vai ser apresentado na Fundação Rei Afonso Henriques no próximo dia 10 de Novembro.

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António Zambujo

Fado, Jazz e uma belíssima voz. Um regalo para os ouvidos.

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Candidato Resultado Final
1102DE11736  – Bom
1102DE11737  – Bom
1102DE11738  – Bom
1102DE11739  – Bom
1102DE11740  – Bom
1102DE11741  – Bom
1102DE11742  – Bom
1102DE11743  – Bom
1102DE11744  – Muito Bom
1102DE11745  – Suficiente
1102DE11746  – Bom
1102DE11747  – Bom
1102DE11748  – Bom
1102DE11749  – Bom
1102DE11750  – Muito Bom
1102DE11751  – Bom
1102DE11752  – Muito Bom

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Candidato Resultado Final
1102DI11753  – Faltou
1102DI11754  – Faltou
1102DI11755  – Bom

 

 

 

 

Candidato Resultado Final
1102DA11756  – Suficiente
1102DA11757  – Suficiente
1102DA11758  – Bom
1102DA11759  – Bom
1102DA11760  – Bom
1102DA11761  – Insuficiente

 

 

 

 

 

 

Candidato Resultado Final
1102DU11762  – Bom

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Tal como abordado nas aulas de Língua Portuguesa nível Intermédio, deixo-vos as directrizes para preparação do conto seleccionado. Em momento oportuno serão divulgadas as datas para apresentação dos mesmos na sala de aula.

Na apresentação do conto na sala de aula, terão que estar contempladas, entre outras:

  • uma breve nota biobibliográfica do autor
  • um breve resumo do conto
  • um levantamento das expressões idiomáticas e sua explicação
  • um levantamento do vocabulário desconhecido
  • listagem de falsos amigos
  • a explicação do contexto histórico (se for o caso)

Nunca será demais lembrar que a Biblioteca Virtual Camões tem livros à vossa disposição para descarregar de uma forma simples e gratuita.

Um bom trabalho a todos!

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A Portuguesa

Data: 1890 (com alterações de 1957)
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil

I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d’amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Ás armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

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