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Archive for Outubro, 2012

A Fundação Rei Afonso Henriques tem o Prazer de convidar V. Ex.ª para a apresentação do livro

De Espanha Nem Bom Vento Nem Bom CasamentoVirginia López.

Dia 6 de Novembro às 20h, no Auditório da FRAH.

«Aquilo que Virginia López nos desvenda neste livro, com um humor tão fino e inteligente, é que Espanha e Portugal têm mais passado em comum do que aquele que alguns – ai esses alguns – querem aceitar. Porque, portugueses e espanhóis, somos todos filhos da mistura de culturas, sangues, projetos, sonhos, afinidades e deslealdades. E se a história pode ser contada de várias maneiras, do passado ninguém se livra. Nesse passado, no qual Virginia mergulha na qualidade de jornalista e ofício de escritora, existem figuras grotescas, malvadas, desgraçadas e extravagantes, um património que já era tempo de se unir num só livro que é, simultaneamente, catálogo de encontros e desentendimentos, ou seja, de vida vivida em comum e entre gente nascida na mesma terra embora falando de forma diferente (…)» Pilar del Río, in Prefácio «Portugal só existe porque foi uma prenda de casamento para uma simples bastarda castelhana e isto numa altura em que ainda não tinham sido inventadas as listas de casamento do El Corte Inglés». É desta forma provocadora que Virginia López, correspondente do jornal El Mundo em Portugal há 5 anos, começa este livro de forma a apurar se a expressão que tanto ouvimos e em que tanto acreditamos «De Espanha nem bom vento nem bom casamento» tem alguma razão de ser. Da bastarda D. Teresa, mãe do primeiro rei de Portugal, passando pela galega Inês de Castro, a castelhana Rainha Santa Isabel, a única que Portugal teve santa, à passagem pelos Filipes, à famosa Batalha de Aljubarrota tão falada por portugueses e tão desconhecida dos castelhanos, ou às relações de «amizade» entre Franco e Salazar, José Sócrates e Zapatero.”

in A Esfera dos Livros

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No âmbito da rubrica Grandes Portugueses levada a cabo no Curso de Português Nível Intermédio, deixo-vos a relação dos portugueses seleccionados e as datas de apresentação dos trabalhos. A abordagem dos temas é totalmente livre, estando somente condicionada pelo tempo de apresentação que não deverá superar os 15 minutos.

Bom trabalho a todos!

 

  • D. Afonso Henriques (1111-1185) – 14 de Fevereiro – Teresa
  • Infante D. Henrique (1394-1460) – 21 de Fevereiro – Anabel
  • D. Manuel I (1469-1521) – 28 de Fevereiro – Noélia
  • Vasco da Gama (1469-1524) – 7 de Março – Pedro
  • Fernão de Magalhães (c.1480-1521) – 14 de Março – Ángel
  • Luís de Camões (1524-1580) – 21 de Março – Eva
  • Aristides de Sousa Mendes (1885-1954) – 4 de Abril – José Luis
  • Fernando Pessoa (1888-1935) – 11 de Abril – Choni
  • Egas Moniz (1874-1955) – 18 de Abril – Amaranta
  • Amália Rodrigues (1920-1999) – 25 de Abril – Miguel
  • José Saramago (1922-) – 3 de Maio – Choni
  • Fernando Nobre (1951-) – 10 de Maio – Hortensia
  • Maria João Pires (1944) – 17 de Maio – José Manuel
  • Manoel de Oliveira (1908) – 24 de Maio – Guillermo

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Na passada quarta-feira a Fundação Rei Afonso Henriques organizou uma palestra intitulada “Viver e Trabalhar em Portugal”.

Deixo-vos em anexo o Curriculum Vitae e as Cartas de Apresentação que foram usadas como exemplo. O CV foi tirado da página do Europass e as cartas de apresentação da página da Universidade do Porto.

Espero que vos seja útil.

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Tratado de Zamora foi um diploma resultante da conferência de paz entre D. Afonso Henriques e seu primo, Afonso VII de Leão e Castela. Celebrado a 5 de Outubro de 1143, esta é considerada como a data da independência de Portugal e o início da dinastia afonsina.

Em Zamora, revogou-se o anterior Tratado de Tui datado de 1137.

Vitorioso na batalha de Ourique, em 1139, D. Afonso Henriques beneficiou da acção desenvolvida, em favor da constituição do novo Reino de Portugal, pelo arcebispo de Braga, Dom João Peculiar. Este procurara conciliar os dois primeiros e fez com que eles se encontrassem em Zamora nos dias 4 e 5 de Outubro de 1143 na presença do cardeal Guido de Vico.

Pelos termos do tratado, Afonso VII concordou em que o Condado Portucalense passasse a serReino, tendo D. Afonso Henriques como seu “rex” (rei). Embora reconhecesse a independência, D. Afonso Henriques continuava a ser vassalo, pois D. Afonso VII para além de ser rei de Leão e Castela se considerava imperador de toda a Hispânia. Contudo nunca D. Afonso Henriques prestou vassalagem a ele, sendo caso único de entre todos os reis existentes na península Ibérica.

A soberania portuguesa, reconhecida por Afonso VII em Zamora, veio a ser confirmada pelo Papa Alexandre III só em 1179, mas o título de “rex”, que D. Afonso Henriques usava desde 1140, foi confirmado em Zamora, comprometendo-se então o monarca português, ante o cardeal, a considerar-se vassalo da Santa Sé, obrigando-se, por si e pelos seus descendentes, ao pagamento de um censo anual.

A partir de 1143 D. Afonso Henriques vai enviar ao Papa remissórias declarando-se seu vassalo lígio e comprometendo-se a enviar anualmente uma determinada quantia de ouro.

As negociações vão durar vários anos, de 1143 a 1179.

Em 1179 o Papa Alexandre III envia a D. Afonso Henriques a “Bula Manifestis probatum“; neste documento o Papa aceita que D. Afonso Henriques lhe preste vassalagem directa, reconhece-se definitivamente a independência do Reino de Portugal sem vassalagem em relação a D. Afonso VII de Leão e Castela (pois nenhum vassalo podia ter dois senhores directos) e D. Afonso Henriques como primeiro rei de Portugal, ou seja, Afonso I de Portugal.

Fonte: Wikipédia

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