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Archive for Janeiro, 2013

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Os malfamagrifos

Achei um ninho de malfamagrifos

Com sete malfamagrifinhos,

E quando a malfamagrifa

Vai dar de mamar

Os malfamagrifinhos

Fazem uma malfamagrifada

Que não se lhes entende nada

De nada!

Há ainda outras versões similares:

Tenho um ninho de malfamagrifos

com cinco malfamagrifinhos;

Cada vez que vai a malfamagrifa

Dar de mamar aos malfamagrifinhos,

Fazem tal malfamagrifada,

Que até a malfamagrifa

Fica atormentada.

Num ninho de nafagafos

Há cinco nafagafinhos

Quem os desnafagafizar

Bom desnafagafizador será.

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Lua-Cheia

 

– Estás a ver a Lua Cheia? Ora repara bem. Não notas umas manchas sobre aquela brancura toda?

– Sim, parece que sim.

– Ora repara ainda melhor. É um homem, não o vês? E tem um molho de silvas às costas!

– Tal e qual…

– Não sabes como é que ele foi lá parar?

– Na verdade, não.

– Pois certa tarde de domingo, andava aquele homem a trabalhar, a apanhar silvas na beira de uma estrada. Apareceu Deus e perguntou-lhe:

“Então estás a trabalhar ao domingo, quando eu disse que este dia era de descanso?”

– E ele, armado em esperto, respondeu-lhe:

“Ora, Senhor, neste canto da Terra ninguém me vê!”

– Zangado com o desobediente, Deus retorquiu-lhe:

“Ora deixa estar que toda a gente há-de ver pelos tempos fora.”

– E, zás, pô-lo ali onde o vês, com o molho de silvas às costas!

 

Alto Douro

O Grande Livro das Tradições Populares Portuguesas, Bertrand Editora

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Janeiro

  • Bácoro de Janeiro com seu pai vai ao fumeiro.
  • Canta o melro em Janeiro temos neve até ao soalheiro.
  • Em Janeiro um pouco de sol e outro ao fumeiro.
  • Janeiro fora, mais uma hora.
  • Luar de Janeiro não tem parceiro.
  • No mês de Janeiro sobe ao outeiro para ver o nevoeiro.
  • Pescada de Janeiro vale bem um carneiro.
  • Quem traz calça branca em Janeiro ou é tolo ou tem pouco dinheiro.
  • Sol de Janeiro nasce tarde põem-se cedo e mal sai detrás do outeiro.

in O Grande Livro das Tradições Populares Portuguesas, Bertrand Editora

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