Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘gastronomia’

Ingredientes 

  • 800gr rojões de porco
  • 500gr amêijoas
  • 500gr batatas primor
  • 3 col. sopa banha de porco
  • 2 col. sopa massa de pimentão
  • 3 col. sopa pikles picados
  • 3 folhas de louro
  • 10 folhas de hortelã
  • 100gr azeitonas pretas
  • 2 dentes de alho
  • 100ml vinho verde branco
  • sal q.b.
  • pimenta preta q.b.
  • óleo para fritar
Fácil40m4 Pax

Modo de preparação

  1. Vamos por começar por fazer a marinada da carne de porco. Juntamos a massa de pimentão, as folhas de louro, o vinho verde branco, sal e pimenta preta. Mexemos muito bem e deixamos a marinar pelo menos 20m. Ideal será poder marinar umas horas.
  2. Cortamos as batatas primor em cubinhos pequenos. Picamos os Pickles bem finos e por fim os dentes de alho.
  3. Levamos um tacho ao lume com a banha de porco e esperamos que derreta e aqueça e vamos juntar os dentes de alho picados. Deixamos que fritem um pouco e de seguida juntamos a carne de porco sem a marinada. Deixamos que a carne frite até ganhar uma cor acastanhada por fora.
  4. Juntamos os pickles, o resto da marinada e as amêijoas. Tapamos o tacho e deixamos que cozinhe 5m a 10m até que as amêijoas abram.
  5. Fritamos em óleo as batatas primor que partimos aos cubos.
  6. Juntamos então à carne a hortelã, as azeitonas e as batatas fritas. Mexemos muito bem, tapamos e deixamos em lume médio por mais 5m e está pronto a servir.

Uma receita muito ao Gosto Português!!

in YouCook.pt

Anúncios

Read Full Post »

Foi no passado dia 21 de Junho que se realizou nas instalações da Fundação Rei Afonso Henriques, a Festa de Encerramento dos Cursos de Língua Portuguesa 2012/2013.

Música, dança, teatro, comida e bebida, tudo português, foram os ingredientes para o sucesso da festa. Mas o mais importante foram os participantes.

Obrigada a todos! Vemo-nos em breve 🙂

Read Full Post »

Ingredientes

  • 1 pacote de bolachas Maria
  • 125g de manteiga
  • 3 ovos
  • 1 lata de leite condensado
  • 2 limões (raspa + sumo)
  • 3 folhas de gelatina

 Modo de preparação

  1. Começamos por partir as folhas de gelatina e vamos pô-las de molho em água fria.
  2. De seguida vamos fazer a base da tarte, trituramos as bolachas até ficarem em pó e entretanto vamos pôr a manteiga a derreter no micro-ondas. Numa tigela pomos o pó de bolacha e juntamos a manteiga derretida. Envolvemos tudo muito bem até obtermos uma pasta consistente.
  3. Numa tarteira espalhamos e calcamos muito bem a pasta de bolacha. Pré-aquecemos o forno a 180º grau e cozinhamos a base durante apenas 5 minutos e retiramos, a base vai estar mole, vamos deixar arrefecer pois vai endurecer depois de fria.
  4. Enquanto a base arrefece vamos fazemos o creme de limão. Raspamos a casca dos limões e de seguida retiramos o sumo. Aquecemos o sumo dos limões no micro-ondas, escorremos a gelatina da água fria e vamos dissolvê-la no sumo. Separamos as claras das gemas, e juntamos às gemas a lata de leite condensado e batemos tudo muito bem.
  5. Juntamos de seguida as raspas dos limões e o sumo com a gelatina dissolvida. Batemos as claras em castelo. Juntamos as claras ao creme que fizemos e envolvemos com a ajuda de uma espátula ou colher de pau.
  6. A base da tarte já arrefeceu e vamos espalhar por cima o creme. Agitamos a forma para que fique bem espalhado até às extremidades e levamos ao frigorífico por 2 horas.
Receita retirada da página http://www.youcook.pt

Read Full Post »

451528

Os coentros são um cartão de embarque instantâneo para o Alentejo e para aquilo que a nossa gastronomia tem de melhor.

De facto, é difícil encontrar um prato típico que tenha o privilégio de ser bafejado pelos coentros e que não seja uma maravilha nutricional. Basta pensar nas açordas, amêijoas à Bulhão Pato, massadas e sopas de peixe. Apesar de termos este sentimento paternalista pelos coentros, partilhamos a sua guarda culinária com outros países mediterrânicos e asiáticos que também não dispensam o seu contributo. A conjugação do seu aroma com o facto de, em muitas culturas, ser associado a pratos de marisco rapidamente fez com que os coentros fossem um componente essencial nas “mezinhas” tradicionais de carácter afrodisíaco.

Apesar de possuir uma boa quantidade de carotenos, esta erva aromática não possui o mesmo potencial antioxidante de outros “temperos”, uma lacuna que compensa ao ser uma boa fonte de vitamina C, K, cálcio e potássio, mesmo tendo em conta que é ingerida em pequenas quantidades. Já o seu óleo possui uma tremenda capacidade bactericida e fungicida. São justamente estas substâncias voláteis que lhe conferem uma pungência aromática tremenda que, para além de trazer à nossa gastronomia uma palatabilidade livre de sal, tem igualmente inúmeras aplicações farmacêuticas e industriais. No que diz respeito à “saúde digestiva”, tem sido reportado um efeito benéfico dos coentros na diminuição da flatulência, e consequente desconforto abdominal, bem como na regularização do trânsito intestinal.

Os coentros apresentam todos estes benefícios quando são de facto ingeridos! Não são raros os exemplos em que esta fantástica erva vê as suas funções limitadas ao embelezamento do prato, não sendo este pequeno ponto verde o suficiente para salvar nutricionalmente o panorama dourado dos fritos que muitas vezes tenta, em vão, amenizar.

Há que preservar os coentros no seu maravilhoso contexto gastronómico pois, do ponto de vista da saúde, se é tradicional e leva coentros, de certeza que deve ser bom!

Pedro Carvalho, Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto
in Life&Style

Read Full Post »

Folar

Ingredientes

1kg de farinha
12 ovos
250g de manteiga ou margarina
50g de azeite
30g de fermento de padeiro
salpicão q.b.
linguiça q.b.
presunto q.b.
frango assado q.b.
leite q.b.
sal q.b.

Preparação

Ponha a farinha em monte num alguidar e deite no meio o fermento de padeiro desfeito num pouco de água tépida.
Mergulhe os ovos rapidamente em água morna e abra-os sobre a farinha, mexendo, para misturar, em círculo.
Depois regue a massa com a manteiga derretida e o azeite, e amasse bem, juntando se necessário um pouco de leite morno temperado com sal.
Bata a massa até esta desprender do alguidar, e depois de polvilhar com um pouco de farinha tape com um pano e deixe levedar em local aquecido.
Unte com margarina um tabuleiro de 7 ou 8 cm de altura e revista-o de uma camada de massa (1/3 da massa total), pondo por cima metade da porção das carnes frias, cortadas em rodelas, e alguns bocados de frango desossado.
Cubra as carnes com uma segunda camada de massa e espalhe sobre ela as restantes carnes.
Cubra totalmente com a restante massa e deixe levedar até dobrar o volume.
Pincele a superfície com gema de ovo e leve a cozer em forno bem quente durante 45 minutos.

petiscos.com

Read Full Post »

bolo-rei

Dentro do enorme bolo-rei encomendado para a noite de Natal as coisas estavam muito longe de correr bem. Porquê? Porque a fava e o brinde tinham passado da fase de amuo à de corte de relações devido às discussões antigas que sempre houvera entre ambos.

A fava entendia que o seu papel era, há muito, desvalorizado, fazendo ela, as mais das vezes, o papel de má da fita. Sempre que alguém partia um dente a trincar uma fatia ou ficava incomodado por não lhe ter saído o brinde, mesmo que ele fosse insignificante, o comentário costumava ser:

— Maldita fava, que não está aqui a fazer nada, que só causa problemas e que, ainda por cima, nem serve para ser comida.

Por isso, a fava exigira já ao pasteleiro que a embelezasse, revestindo-a, por exemplo, de chocolate, o que sempre poderia torná-la mais apetecível e menos desprezada. Mas o pasteleiro recusara-se a fazê-lo, em nome de uma velha tradição de que se sentia guardião.

Por sua vez, o brinde, que se encontrava numa posição favorável, sendo sempre o mais procurado no bolo-rei, juntamente com algumas frutas cristalizadas, achava que aquilo que se gastava com a compra bem podia ser aplicado na melhoria da sua qualidade. Queria, por exemplo, deixar de ser feito em metal barato, do género que escurece e enferruja rapidamente, e passar a ser feito em prata, o que lhe daria o direito de não ser atirado para o fundo de uma caixa esquecida num sótão, ou mesmo para o caixote do lixo.

Em relação a esta exigência também o pasteleiro não se mostrava disposto a ceder, afirmando, por exemplo:

— Se eu fizesse o que me pedes, o brinde sairia muito mais caro do que o bolo-rei.

Eram estes problemas que se encontravam na origem das discussões e dos conflitos a que o pasteleiro se sentia incapaz de pôr termo. Por isso pediu a intervenção da Fada do Natal, com o objectivo de a levar a pôr um pouco de bom senso nas cabeças da fava e do brinde.

A Fada do Natal apareceu na cozinha sem aviso e encontrou a fava e o brinde muito amuados, cada um para seu canto, recusando-se a entrar naquele bolo-rei e, por sua vez, o pasteleiro desesperado a desabafar:

— Se eles se recusarem a colaborar, eu não poderei satisfazer a minha encomenda e, assim, uma família grande passará a noite de Natal sem o bolo-rei que tanto deseja.

Ao escutar esta queixa, a Fada do Natal tomou uma decisão inesperada: puxou da sua varinha mágica e transformou o brinde em fava e a fava em brinde, medida que deixou ambos completamente confusos e sem saberem o que haviam de dizer.

Aproveitando o silêncio da fava que agora era brinde e do brinde que agora era fava, o pasteleiro pôs os dois dentro do bolo-rei, ainda em fase de massa mole, e meteu-o dentro do forno. De lá de dentro saíam vozinhas dizendo coisas do género: “Mas que grande confusão. Ainda há pouco tinha forma de fava e agora olho para mim e vejo um brinde prateado” ou “ando eu a pedir para me fazerem em prata e agora não passo de uma rija e triste fava”.

O pasteleiro sentiu uma grande vontade de rir com a confusão que a sua amiga Fada do Natal acabara de criar para o ajudar e por achar inútil toda aquela discussão que prometia arrastar-se para além do que era razoável.

— Obrigado, Fada do Natal, pela preciosa ajuda que me deste. O que posso agora fazer para te compensar? — disse o pasteleiro.

— É simples. Faz chegar o bolo-rei ao seu destino, para que aqueles que o esperam não sejam prejudicados e, se tiveres outros bolos-reis que ninguém tenha comprado, fá-los chegar às mãos daqueles que não têm casa nem família — respondeu a Fada do Natal.

— Então a fava e o brinde?

— Ficarão assim até perceberem que, vistas do outro lado, as coisas são sempre diferentes do que imaginámos. Talvez assim se acalmem e deixem de te causar problemas inúteis.

José Jorge Letria
A Árvore das Histórias de Natal
Porto, Ambar, 2006

Read Full Post »

A castanha, mais do que um alimento, é um marco do nosso calendário. Sinónimo de chuva, frio e lareira, é interessante constituir-se como o ponto alto do magusto celebrado em comemoração do “Verão” de S. Martinho.

No séc. XVII, a castanha era dos “farináceos” mais consumidos na alimentação dos seus congéneres beirões e transmontanos, ocupando por vezes o lugar do pão e das batatas. Esta substituição será hoje quase impossível, não porque não existam castanhas durante todo o ano (a produção de castanha congelada é um mercado em expansão), nem tão pouco por apresentar uma menos valia do ponto de vista nutricional, mas sim por questões económicas. Apesar do valor comercial da castanha ser bastante superior ao do pão, batata e arroz – é inclusive apelidada por alguns de “petróleo da região transmontana” -, este fruto amiláceo apresenta benefícios nutricionais muitas vezes menosprezados.

A castanha sendo um fornecedor primordial de hidratos de carbono (50% da sua constituição), tem uma quantidade de fibra e proteína (de elevado valor biológico tendo em conta que se trata de um alimento de origem vegetal) muito apreciável e que a tornam num interessante alimento do ponto de vista do controlo do apetite. Muito pobre em gordura, possui ainda razoáveis quantidades de vitaminas do grupo B, vitamina C, cobre e manganésio.

Sendo certo que a castanha não tem as cores, o aspecto e a forma de alguns hortofrutícolas ricos em antioxidantes, em boa verdade esta pérola transmontana ocupa um honroso 11º lugar no top de alimentos com maior quantidade de polifenóis, recentemente elaborado pelo Phenol-Explorer, uma plataforma do Instituto Francês de Investigação Agrícola.

É então mais um produto nacional de excelente valor nutricional. Citando um sempre sábio provérbio popular “cruas, assadas, cozidas ou engroladas, com todas as manhas, bem boas são as castanhas!”

Por Pedro Carvalho, Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto

in Life & Style, Público

Read Full Post »

Older Posts »