Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘história de Portugal’

No âmbito da rubrica Grandes Portugueses levada a cabo no Curso de Português Nível Intermédio, deixo-vos a relação dos portugueses seleccionados e as datas de apresentação dos trabalhos. A abordagem dos temas é totalmente livre, estando somente condicionada pelo tempo de apresentação que não deverá superar os 15 minutos.

  • D. Afonso Henriques (1111-1185) –  8 de Janeiro
  • Infante D. Henrique (1394-1460) – 15 de Janeiro
  • D. Manuel I (1469-1521) – 22 de Janeiro
  • Vasco da Gama (1469-1524) – 29 de Janeiro
  • Fernão de Magalhães (c.1480-1521) – 5 de Fevereiro
  • Luís de Camões (1524-1580) – 12 de Fevereiro
  • Marquês de Pombal (1699-1782) – 19 de Fevereiro
  • Aristides de Sousa Mendes (1885-1954) –  26 de Fevereiro
  • Fernando Pessoa (1888-1935) – 5 de Março
  • Egas Moniz (1874-1955) – 12 de Março
  • Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) – 19 de Março
  • Manoel de Oliveira (1908) – 26 de Março
  • Amália Rodrigues (1920-1999) – 2 de Abril
  • José Saramago (1922-) – 9 de Abril
  • Eusébio (1942-) – 30 de Abril
  • Salgueiro Maia (1944-1992) –  7 de Maio
  • Maria João Pires (1944) – 14 de Maio
  • Fernando Nobre (1951-) – 21 de Maio
  • Paula Rego (1935-) – 28 de Maio

Bom trabalho a todos!

Anúncios

Read Full Post »

“Na madrugada do dia 25 de Abril, o Movimento das Forças Armadas Portuguesas, no decurso de uma acção conjunta, estabeleceu o controlo da situação política em todo o país, após ter ocupado diversos pontos estratégicos, nomeadamente os Ministérios, estações de radiodifusão e radiotelevisão, aeroportos e fronteiras.

O Movimento, que está cumprindo com êxito a mais importante das missões cívicas dos últimos anos da nossa história, proclama à Nação o seu propósito de a libertar dum regime que a oprime há longos anos e de levar a cabo, até à sua completa realização, um programa de salvação do país e de restituição das liberdades cívicas de que vem sendo privado.

Não apenas a televisão mas também a rádio e alguns jornais têm acompanhado, interessadamente e a par e passo a situação. Aqui temos o exemplo da edição especial do século saída para a rua às 4:30h da tarde. Entretanto, e das 4:30h da tarde até agora, muitas e importantes coisas se passaram. Por exemplo, ao fim da tarde de hoje, no Convento do Carmo em Lisboa, deu-se a rendição do governo do professor doutor Marcelo Caetano que entregou também o comando das Forças Armadas ao Movimento triunfante.

Para conhecimento de toda a população, informa-se que se encontram sanados os incidentes com a Polícia de Segurança Pública (PSP) e que a partir deste momento, ela aderiu totalmente ao Movimento.

Com a finalidade de manter a ordem e salvaguardar as vidas e os bens, pede-se a todos que acatem prontamente quaisquer indicações que lhes sejam transmitidas por elementos daquela corporação ou da polícia militar. Igualmente devem ser obedecidos os agentes das Brigadas de Trânsito.

Torna-se indispensável que a população continue a manifestar a sua compreensão e civismo e a melhor forma de o fazer no momento é manter-se calmamente nas suas residências.

Podemos entretanto informar que tem sido até agora impressionante o civismo do povo português, como impressionante o seu patriotismo manifestado no espontâneo apoio às forças militares através de delirantes aclamações que lhes têm incessantemente tributado.

A radiotelevisão portuguesa, correspondendo aos legítimos anseios do povo, mau grado as dificuldades que as forças de acção lhe quiseram impor, desde a primeira hora que aderiu, inteira e incondicionalmente, ao Movimento das Forças Armadas.

Continuaremos a emitir repetidos comunicados e convidamos os senhores telespectadores a acompanhar esta histórica emissão.

Viva Portugal!”

Read Full Post »

A Fundação Rei Afonso Henriques tem o Prazer de convidar V. Ex.ª para a apresentação do livro

De Espanha Nem Bom Vento Nem Bom CasamentoVirginia López.

Dia 6 de Novembro às 20h, no Auditório da FRAH.

«Aquilo que Virginia López nos desvenda neste livro, com um humor tão fino e inteligente, é que Espanha e Portugal têm mais passado em comum do que aquele que alguns – ai esses alguns – querem aceitar. Porque, portugueses e espanhóis, somos todos filhos da mistura de culturas, sangues, projetos, sonhos, afinidades e deslealdades. E se a história pode ser contada de várias maneiras, do passado ninguém se livra. Nesse passado, no qual Virginia mergulha na qualidade de jornalista e ofício de escritora, existem figuras grotescas, malvadas, desgraçadas e extravagantes, um património que já era tempo de se unir num só livro que é, simultaneamente, catálogo de encontros e desentendimentos, ou seja, de vida vivida em comum e entre gente nascida na mesma terra embora falando de forma diferente (…)» Pilar del Río, in Prefácio «Portugal só existe porque foi uma prenda de casamento para uma simples bastarda castelhana e isto numa altura em que ainda não tinham sido inventadas as listas de casamento do El Corte Inglés». É desta forma provocadora que Virginia López, correspondente do jornal El Mundo em Portugal há 5 anos, começa este livro de forma a apurar se a expressão que tanto ouvimos e em que tanto acreditamos «De Espanha nem bom vento nem bom casamento» tem alguma razão de ser. Da bastarda D. Teresa, mãe do primeiro rei de Portugal, passando pela galega Inês de Castro, a castelhana Rainha Santa Isabel, a única que Portugal teve santa, à passagem pelos Filipes, à famosa Batalha de Aljubarrota tão falada por portugueses e tão desconhecida dos castelhanos, ou às relações de «amizade» entre Franco e Salazar, José Sócrates e Zapatero.”

in A Esfera dos Livros

Read Full Post »

No âmbito da rubrica Grandes Portugueses levada a cabo no Curso de Português Nível Intermédio, deixo-vos a relação dos portugueses seleccionados e as datas de apresentação dos trabalhos. A abordagem dos temas é totalmente livre, estando somente condicionada pelo tempo de apresentação que não deverá superar os 15 minutos.

Bom trabalho a todos!

 

  • D. Afonso Henriques (1111-1185) – 14 de Fevereiro – Teresa
  • Infante D. Henrique (1394-1460) – 21 de Fevereiro – Anabel
  • D. Manuel I (1469-1521) – 28 de Fevereiro – Noélia
  • Vasco da Gama (1469-1524) – 7 de Março – Pedro
  • Fernão de Magalhães (c.1480-1521) – 14 de Março – Ángel
  • Luís de Camões (1524-1580) – 21 de Março – Eva
  • Aristides de Sousa Mendes (1885-1954) – 4 de Abril – José Luis
  • Fernando Pessoa (1888-1935) – 11 de Abril – Choni
  • Egas Moniz (1874-1955) – 18 de Abril – Amaranta
  • Amália Rodrigues (1920-1999) – 25 de Abril – Miguel
  • José Saramago (1922-) – 3 de Maio – Choni
  • Fernando Nobre (1951-) – 10 de Maio – Hortensia
  • Maria João Pires (1944) – 17 de Maio – José Manuel
  • Manoel de Oliveira (1908) – 24 de Maio – Guillermo

Read Full Post »

Tratado de Zamora foi um diploma resultante da conferência de paz entre D. Afonso Henriques e seu primo, Afonso VII de Leão e Castela. Celebrado a 5 de Outubro de 1143, esta é considerada como a data da independência de Portugal e o início da dinastia afonsina.

Em Zamora, revogou-se o anterior Tratado de Tui datado de 1137.

Vitorioso na batalha de Ourique, em 1139, D. Afonso Henriques beneficiou da acção desenvolvida, em favor da constituição do novo Reino de Portugal, pelo arcebispo de Braga, Dom João Peculiar. Este procurara conciliar os dois primeiros e fez com que eles se encontrassem em Zamora nos dias 4 e 5 de Outubro de 1143 na presença do cardeal Guido de Vico.

Pelos termos do tratado, Afonso VII concordou em que o Condado Portucalense passasse a serReino, tendo D. Afonso Henriques como seu “rex” (rei). Embora reconhecesse a independência, D. Afonso Henriques continuava a ser vassalo, pois D. Afonso VII para além de ser rei de Leão e Castela se considerava imperador de toda a Hispânia. Contudo nunca D. Afonso Henriques prestou vassalagem a ele, sendo caso único de entre todos os reis existentes na península Ibérica.

A soberania portuguesa, reconhecida por Afonso VII em Zamora, veio a ser confirmada pelo Papa Alexandre III só em 1179, mas o título de “rex”, que D. Afonso Henriques usava desde 1140, foi confirmado em Zamora, comprometendo-se então o monarca português, ante o cardeal, a considerar-se vassalo da Santa Sé, obrigando-se, por si e pelos seus descendentes, ao pagamento de um censo anual.

A partir de 1143 D. Afonso Henriques vai enviar ao Papa remissórias declarando-se seu vassalo lígio e comprometendo-se a enviar anualmente uma determinada quantia de ouro.

As negociações vão durar vários anos, de 1143 a 1179.

Em 1179 o Papa Alexandre III envia a D. Afonso Henriques a “Bula Manifestis probatum“; neste documento o Papa aceita que D. Afonso Henriques lhe preste vassalagem directa, reconhece-se definitivamente a independência do Reino de Portugal sem vassalagem em relação a D. Afonso VII de Leão e Castela (pois nenhum vassalo podia ter dois senhores directos) e D. Afonso Henriques como primeiro rei de Portugal, ou seja, Afonso I de Portugal.

Fonte: Wikipédia

Read Full Post »

“…que se diz de alguém pessimista e conservador, sempre pronto a contrariar as ideias ou os projectos mais avançados. Nos Lusíadas, a figura do Velho do Restelo surge no canto IV. No poema épico camoniano, o velho assiste, no Restelo, à partida da frota do Gama para a Índia, argumentando contra o carácter audaz da expedição e aconselhando os portugueses a investirem mais no progresso interno e menos em aventuras marinheiras. Há quem pense que o Velho do Restelo era um homem sensato…”

in Nas Bocas do Mundo, Sérgio Luís de Carvalho

Read Full Post »

 
Era um Abril de amigo Abril de trigo
Abril de trevo e trégua e vinho e húmus
Abril de novos ritmos novos rumos.

Era um Abril comigo Abril contigo
ainda só ardor e sem ardil
… Abril sem adjectivo Abril de Abril.

Era um Abril na praça Abril de massas
era um Abril na rua Abril a rodos
Abril de sol que nasce para todos.

Abril de vinho e sonho em nossas taças
era um Abril de clava Abril de acto
em mil novecentos e setenta e quatro.

Era um Abril viril Abril tão bravo
Abril de boca a abrir-se Abril palavra
esse Abril em que Abril se libertava.

Era um Abril de clava Abril de cravo
Abril de mão na mão e sem fantasmas
esse Abril em que Abril floriu nas armas.

MANUEL ALEGRE

Read Full Post »

Older Posts »